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Controle De Custos E Prevenção Das Perdas Nos Mercados De Alimentos

Controle de custos e prevenção das perdas nos mercados de alimentos

Quem atua no mercado de alimentos, costuma ouvir que nele não há crise. Mas, mesmo se partíssemos desse pressuposto, tal sentença não garantiria o sucesso do empreendimento.

Isso porque o gestor de um supermercado, por exemplo, daquele do bairro até a redes supermercadistas, tem papel fundamental para que a empreitada seja bem-sucedida.

Sobretudo no que tange a administrar o negócio, executar o controle de custos e prevenção de perdas, são tarefas sempre relevantes e urgentes.

Afinal, evitar desperdícios e identificar o que gera custos na empresa, e com isso, efetuar o controle e gestão dos gastos, irá otimizar o aspecto financeiro de sua loja de alimentos, mercado e/ou fast food, entre outros.

Quer saber como proceder para executar o controle de custos e a prevenção das perdas nos mercados de alimentos? Então continue com a gente.

Perdas: desafio no setor supermercadista

Sabemos que empreender é uma atividade carregada de desafios, inclusive quando nos referimos ao setor supermercadista.

De acordo com o 17º Estudo Nacional sobre Prevenção de Perdas nos Supermercados, feito pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados), em valores absolutos, as perdas somaram R$ 7,11 bilhões, ante os R$ 6,19 bilhões contabilizados no período anterior. Já com relação às perdas sobre o faturamento líquido, o índice também registrou alta: de 2,26% para 2,28%. (fonte: link).

Confira o relatorio na íntegra, acessando o link: http://www.abrasnet.com.br/pdf/Apres_perdas_17.pdf

Que tipos de situações ocasionam perdas em um mercado?

Desde os furtos de alimentos, até o vencimento de perecíveis, muitas são as variantes que acarretam nas perdas, gerando prejuízos ao supermercado. Com isso, tanto capital de giro quanto a própria receita da empresa, acabam sendo áreas comprometidas.

O estoque é um parâmetro para verificar as perdas e é exatamente onde o gestor deve ficar de olhos abertos para preveni-las. As perdas nesse sentido, podem ser mensuradas como a diferença entre o estoque registrado no sistema e o estoque real, por exemplo.

Evita-las, aliás, requer uma atenção especial em relação a gestão financeira, gestão de pessoas, questões logísticas e de segurança.

Identificar as perdas mais recorrentes é a chave para prevenir que elas voltem a ocorrer. As mais comuns em linhas gerais, são:

  • Perdas conhecidas

Erros recorrentes em processos gerenciais, no dia a dia da empresa. São, portanto, mais previsíveis e, por isso, mais fáceis de se evitar.

É o caso de danos nos produtos, relacionados à má manipulação, avarias que tornam inviável a venda de determinados alimentos, etc.

Nessa categoria, entram ainda casos como os itens com prazo de validade expirado, devido ao desalinhamento de controle de estoque e logística, erros de reposição e armazenagem, e a contaminação de produtos perecíveis, que se estragam, por exemplo.

Nesses casos, treinar os colaboradores, adotar medidas que otimizem as questões logísticas e de armazenamento e manuseio, contribuirão para minimizar perdas e até evitar que elas ocorram.

  • Perdas desconhecidas

São os prejuízos que apresentam imprevisibilidade. Fraudes, desvios, furtos, etc.

O uso da tecnologia para aprimorar os processos logísticos, financeiros e de segurança, é aliada para combater essa complexa situação.

É preciso, investir em soluções para prevenção de perdas, e com isso, reduzir drasticamente custos, seja com reposição de produtos, seja com a redução de custos de manutenção, por exemplo.

E o controle de custos?

O controle dos custos e despesas do negócio é item primordial para uma empresa que preze pelas boas práticas de gestão.

Para tanto, tenha em mente que a relação controle de custos x despesas significa:

Custo: está diretamente relacionado ao produto ou serviço da empresa.

Despesa: está diretamente ligada à manutenção da atividade.

Dito isso, separe os itens que se encaixam em cada definição. Por exemplo:

Custo: aquisição de matéria-prima, pagamento de salários de que produz, etc.

Despesa: o cafezinho do escritório da empresa, os investimentos com marketing e publicidade, assinatura de jornais, etc.

Separados em categorias os itens, defina então quais sãos os custos fixos, os custos variáveis, as despesas fixas e as despesas variáveis.

Deixando claro que as fixas são aquelas recorrentes de todos os meses, e as variáveis, como o nome já diz, podem se alternar, tanto em incidência quanto em valores.

Para o melhor controle de custos, o uso de softwares específicos, bem como a adoção de uma planilha de planejamento financeiro, irá contribuir de maneira eficaz.

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