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Contabilidade Para ONG – Entenda As Peculiaridades E Oportunidades!

Contabilidade para ONG – Entenda as peculiaridades e oportunidades!

A contabilidade para ONG não funciona da mesma maneira que a contabilidade de uma empresa privada e isso traz oportunidades incríveis!

Se está começando sua organização não-governamental em prol de uma causa, é necessário entender um pouco sobre como essa contabilidade funciona. Uma ONG não é caracterizada como uma entidade em busca de lucro e, por isso, o funcionamento de sua contabilidade não pode ser igual. 

Existem algumas peculiaridades as quais você deve ficar atento, ou corre o risco de acreditarem que sua ONG é fraudulenta. Por outro lado, também existem oportunidades interessantes que podem alavancar a causa pela qual está lutando.

Por isso, nos acompanhe pelos próximos trechos deste artigo para entender como a contabilidade de ONG funciona, as suas peculiaridade e características que podem prejudicar ou impulsionar sua organização.

Contabilidade para ONG – o que é?

É uma modalidade contábil que foi criada pela necessidade de regulamentar as contas de organizações não governamentais. 

Vale ressaltar que o objetivo de uma ONG é trazer visibilidade e maior espaço para causas dentro da sociedade. Seja para salvar animais domésticos abandonados ou para ensinar música a jovens sem condições financeiras, por exemplo.

As ONGs são considerados o terceiro setor, vindos depois do governo (primeiro) e as empresas privadas (segundo). Seus fins não são lucrativos, mas sociais. Porém, a maioria delas são mantidas por meio do segundo setor.

Para que se mantenha a transparência das ações de uma ONG, se tornou necessário obedecer algumas regras contábeis. Esses regulamentos são regidos pela Norma Brasileira de Contabilidade.

Peculiaridades no exercício contábil das ONGs

A primeira e mais importante é que, na contabilidade de ONG, não existe o lucro. Quando as receitas superam as despesas, o valor restante é contabilizado como superávit. O oposto se chama déficit, ao invés de prejuízo. Nesses termos, as ONGs precisam fazer a Demonstração de Superávit ou Déficit do Exercício.

Também é necessário que uma ONG produza seu Balanço Patrimonial. Um demonstrativo exclusivo do terceiro setor é a “Demonstração das Mutações Do Patrimônio Social”, feita para clarificar um período de mudanças nas contas do patrimônio social, que complementam os dados de superávit e déficit.

Uma das principais exigências é sobre a origem e, principalmente, o destino dado aos recursos recebidos pelas ONGs. Ou seja, o demonstrativo do exercício contábil precisa identificar de onde foram captados os recursos e para quais fins foram enviados.

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